
Trump fez do aniversário da independência dos EUA uma celebração de si mesmo
"Pju" relata que os EUA realizaram cerca de mil intervenções militares no mundo desde a independência, um terço delas desde 1990, e que até 65% dos entrevistados…
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Síntese
"Pew" afirma que os EUA realizaram cerca de mil intervenções militares no mundo desde a independência, um terço delas desde 1990, e que 65% dos entrevistados consideram que a América contribui muito pouco ou nada para a paz e estabilidade internacionais. O "Figaro" de Paris, como vários meios de comunicação da UE, reproduz a análise do centro de pesquisa americano "Pew" (Pew Research Center), realizada em 36 países com a participação de 42.000 entrevistados, que mostra que a maioria não vê a América como um parceiro digno de confiança. Da análise do "Pew Center" conclui-se que apenas em sete dos 36 países do mundo os EUA são vistos como amigos, o que é considerado por mais de 80% dos israelenses, e apenas dez por cento dos habitantes da Itália, Indonésia e Turquia.
Além disso, O jornal belga "Soar" (Le Soir) afirma que "Trump transformou o 4 de julho em seu próprio instrumento de celebração do culto presidencial da personalidade e da ideologia conservadora". O portal alemão "Deutsche Welle" aponta que "agora as relações entre Berlim e Washington estão particularmente tensas, e a razão para isso é principalmente Donald Trump - talvez o presidente dos EUA mais impopular na Alemanha, cujos ancestrais também são originários da Alemanha". O diário francês "Figaro" considera que dois mandatos do governo Trump prejudicam a coesão de seu país porque "o ideal de igualdade estabelecido pelos fundadores da independência se distanciou muito, o sistema de equilíbrio dos poderes do Estado rachou, e a reforma não tem perspectivas". O diário espanhol "Pais" (El Pais) pergunta se os EUA são o "Grande Diabo" - como são chamados no Irã, ou "a grande potência necessária, como disse certa vez a ex-secretária de Estado americana Madeleine Albright".
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"Pew" afirma que os EUA realizaram cerca de mil intervenções militares no mundo desde a independência, um terço delas desde 1990, e que 65% dos entrevistados consideram que a América contribui muito pouco ou nada para a paz e estabilidade internacionais.
reliability moderate2/2 sourcesO "Figaro" de Paris, como vários meios de comunicação da UE, reproduz a análise do centro de pesquisa americano "Pew" (Pew Research Center), realizada em 36 países com a participação de 42.000 entrevistados, que mostra que a maioria não vê a América como um parceiro digno de confiança.
reliability moderate2/2 sourcesDa análise do "Pew Center" conclui-se que apenas em sete dos 36 países do mundo os EUA são vistos como amigos, o que é considerado por mais de 80% dos israelenses, e apenas dez por cento dos habitantes da Itália, Indonésia e Turquia.
reliability moderate2/2 sourcesO jornal belga "Soar" (Le Soir) afirma que "Trump transformou o 4 de julho em seu próprio instrumento de celebração do culto presidencial da personalidade e da ideologia conservadora".
reliability moderate2/2 sourcesO portal alemão "Deutsche Welle" aponta que "agora as relações entre Berlim e Washington estão particularmente tensas, e a razão para isso é principalmente Donald Trump - talvez o presidente dos EUA mais impopular na Alemanha, cujos ancestrais também são originários da Alemanha".
reliability moderate2/2 sourcesO diário francês "Figaro" considera que dois mandatos do governo Trump prejudicam a coesão de seu país porque "o ideal de igualdade estabelecido pelos fundadores da independência se distanciou muito, o sistema de equilíbrio dos poderes do Estado rachou, e a reforma não tem perspectivas". O diário espanhol "Pais" (El Pais) pergunta se os EUA são o "Grande Diabo" - como são chamados no Irã, ou "a grande potência necessária, como disse certa vez a ex-secretária de Estado americana Madeleine Albright".
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